Indignação de um brasileiro (30/06/)
Bom estou pensando em onde as coisas chegaram nesse país. Acabei de voltar das redondezas do Maracanã (final da Copa das Confederações Brasil e Espanha, 2013). Bom das redondezas pois não consegui chegar perto do estádio. Transito....tumulto de pessoas.... não, a tropa de choque do Estado do Rio de Janeiro. Porque a tropa estava lá? Para conferir se eu possuía um ingresso. Eles estavam na portaria ...não, estavam a DOIS quarteirões do estádio. Percebi que fui cerceado do DIREITO DE IR E VIR dentro do meu pais, direito constitucional. A Fifa (entidade européia) vem aqui e me proíbe de andar pelas ruas e de chegar perto de um ESTÁDIO QUE EU E VC PAGAMOS. E tendo visto que todos nós pagamos por isto, e quem esta indo ver jogo é só a elite (acho que geral nunca mais) é só ver pela TV, só tem pessoas bem alimentadas atrás de seus RAY-BAN´s de grife. Acredito que a Fifa devia realmente desistir de fazer copa por aqui, (nem a presidenta vai dar as caras por aqui hoje...medo). A Fifa mudou leis federais, como a proibição de bebidas alcoólicas nos estádios, vai levar mais de R$500.000.000,00 para fora do país sem impostos e vai saber oque mais por baixo dos panos....
E eu aqui sem poder sequer tirar fotos de um patrimônio que é MEU E SEU....a Fifa tirou meus direitos!
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Divisor
Sinto uma brisa em meu rosto.
Vinda de trás dos muros
que escondem algo.
Nada deve ser visto ou sentido
além destes muros.
Tudo é proibido.
Tudo é velado às pessoas
que andam eu seus passos
apressados. Mentes aflitas.
Buscam por algo....
Será que se esconde atrás
destas paredes?
Tijolos marcados pelo tempo.
Tempo algoz das criaturas.
Implacável!
Muro e tijolos ali no mesmo lugar.
Por anos, décadas, séculos.
Vidas que vem e que vão...
E o divisor de mundos permanece.
Insondável.
Oque mora do outro lado?
Oque se esconde das vistas
de passantes apressados.
Em suas vidas preocupadas.
Oque existe para ser
camuflado dos olhos?
De pessoas difusas?
Vinda de trás dos muros
que escondem algo.
Nada deve ser visto ou sentido
além destes muros.
Tudo é proibido.
Tudo é velado às pessoas
que andam eu seus passos
apressados. Mentes aflitas.
Buscam por algo....
Será que se esconde atrás
destas paredes?
Tijolos marcados pelo tempo.
Tempo algoz das criaturas.
Implacável!
Muro e tijolos ali no mesmo lugar.
Por anos, décadas, séculos.
Vidas que vem e que vão...
E o divisor de mundos permanece.
Insondável.
Oque mora do outro lado?
Oque se esconde das vistas
de passantes apressados.
Em suas vidas preocupadas.
Oque existe para ser
camuflado dos olhos?
De pessoas difusas?
sábado, 22 de junho de 2013
Solidão
Sensações...passam pela mente.
Como cavalos em uma pradaria
Tropel de emoções batem
no fundo da alma.
Imaginário de liberdade
de um mundo inexistente.
Onde tudo é possível.
Tudo transborda do inconsciente.
Tendo como pano de fundo
a psique que nos conduz.
Rumo a algo distante
algo levado a muito tempo.
Mas a unica verdade absoluta
não e mostrada em sua plenitude.
Não aceitamos e fugimos....
A solidão.
Como cavalos em uma pradaria
Tropel de emoções batem
no fundo da alma.
Imaginário de liberdade
de um mundo inexistente.
Onde tudo é possível.
Tudo transborda do inconsciente.
Tendo como pano de fundo
a psique que nos conduz.
Rumo a algo distante
algo levado a muito tempo.
Mas a unica verdade absoluta
não e mostrada em sua plenitude.
Não aceitamos e fugimos....
A solidão.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Vicissitude
Vejo hoje a empáfia dos homens
com seus moinhos de vento a girar.
Dons Quixotes a lutar com dragões
imaginários em busca de salvar sua
Dulcinéia amada.
Dragão este representado pela
surdez de algozes que escondidos
sob a máscara da impunidade
vão destoando da massa disforme
que se traja da vontade de mudança.
Mudança que tardia se faz ainda ver
difusa no horizonte, mas que começa
a tomar forma.
Figurada no Quixote montado em seu
cavalo alazão.
com seus moinhos de vento a girar.
Dons Quixotes a lutar com dragões
imaginários em busca de salvar sua
Dulcinéia amada.
Dragão este representado pela
surdez de algozes que escondidos
sob a máscara da impunidade
vão destoando da massa disforme
que se traja da vontade de mudança.
Mudança que tardia se faz ainda ver
difusa no horizonte, mas que começa
a tomar forma.
Figurada no Quixote montado em seu
cavalo alazão.
Busca
Observo a garoa fria
que cai sobre a cidade..
Onde pessoas vem e vão.
Num compasso apressado
procurando por algo
que não sabem o que é.
Procura vazia
sem saber que sua
busca é interior.
Busca sem fim...
pois quando abrirem
seus corações,
esta busca terá término.
A energia criadora
do universo habita
em nós.
que cai sobre a cidade..
Onde pessoas vem e vão.
Num compasso apressado
procurando por algo
que não sabem o que é.
Procura vazia
sem saber que sua
busca é interior.
Busca sem fim...
pois quando abrirem
seus corações,
esta busca terá término.
A energia criadora
do universo habita
em nós.
sábado, 15 de junho de 2013
Liberdade
Através de planícies,
montanhas sem limites
vastas pradarias..
Vem um sentimento.
Sentimento sem fronteiras!
Algo que vem das profundezas
da alma sem obstáculos
ao pensamento.
Algo que clama!
Ecoa através dos tempos
das gerações de homens!
Irá até os confins da existência...
Liberdade.
montanhas sem limites
vastas pradarias..
Vem um sentimento.
Sentimento sem fronteiras!
Algo que vem das profundezas
da alma sem obstáculos
ao pensamento.
Algo que clama!
Ecoa através dos tempos
das gerações de homens!
Irá até os confins da existência...
Liberdade.
Manhã
Cai chuva
despretenciosa.
Na vidraça embaçada
vejo o jardim
Flores despertam
para a primavera.
Despertar preguiçoso.
Embalado pela garoa.
Dentro da casa
o cheiro do café quente
anunciando um dia que começa.
Pão fresco e manteiga.
Ouço o galo que ainda
insiste em anunciar o dia.
Manhã despreocupada.
Desejosa pela vida
que transcorre lentamente.
E a chuva cai...
despretenciosa.
Na vidraça embaçada
vejo o jardim
Flores despertam
para a primavera.
Despertar preguiçoso.
Embalado pela garoa.
Dentro da casa
o cheiro do café quente
anunciando um dia que começa.
Pão fresco e manteiga.
Ouço o galo que ainda
insiste em anunciar o dia.
Manhã despreocupada.
Desejosa pela vida
que transcorre lentamente.
E a chuva cai...
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Vento
Vento sopra...
sopra vento.
Leva para longe
as tristezas...
Traga sussurros
de terras longínquas.
Palavras doces
de lugares desconhecidos.
Montanhas e pradarias.
Rios e mares.
Palavras de amor
afeto e compaixão.
Leva para o infinito
a dor e a solidão.
Sopra vento...
Vento sopra.
sopra vento.
Leva para longe
as tristezas...
Traga sussurros
de terras longínquas.
Palavras doces
de lugares desconhecidos.
Montanhas e pradarias.
Rios e mares.
Palavras de amor
afeto e compaixão.
Leva para o infinito
a dor e a solidão.
Sopra vento...
Vento sopra.
Beijo
O vento paira...
Breve suspiro.
Veias que se
dilatam, pulsação
que se acelera!
Olhos entreabertos.
Proximidade latente.
Toque sereno...
Lábios que se afagam.
Beijo de amor....
Breve suspiro.
Veias que se
dilatam, pulsação
que se acelera!
Olhos entreabertos.
Proximidade latente.
Toque sereno...
Lábios que se afagam.
Beijo de amor....
terça-feira, 11 de junho de 2013
Caleidoscópio
Vejo o horizonte....
nuvens de algodão
passam sem pressa.
Sem pressa passa
a vida as horas.
Passam com o inexorável
movimento do relógio.
Tic-tac sem fim.
Pradarias e campinas
se alongam na imensidão.
Pequenas flores salpicam o campo.
Zunidos quebram o silêncio,
formigas em um trabalho incessante.
Observo o mundo,
cansadas retinas...
Corpo deitado,
desgastado, tempo implacável.
Observo, sinto, ébrio de sensações.
Estase da alma.
nuvens de algodão
passam sem pressa.
Sem pressa passa
a vida as horas.
Passam com o inexorável
movimento do relógio.
Tic-tac sem fim.
Pradarias e campinas
se alongam na imensidão.
Pequenas flores salpicam o campo.
Zunidos quebram o silêncio,
formigas em um trabalho incessante.
Observo o mundo,
cansadas retinas...
Corpo deitado,
desgastado, tempo implacável.
Observo, sinto, ébrio de sensações.
Estase da alma.
domingo, 9 de junho de 2013
Estorvo
Estou eu aqui sentado vendo o mar num dia quente de verão.
Sentindo a briza que vem do mar... doce deleite!
A única coisa que destoa deste senário são os vendedores de qualquer coisa que passam gritando o tempo todo suas ofertas e incríveis produtos.
Quando sou interrompido bruscamente por um destes vendedores de algo, que normalmente aparecem do nada. Olha acredito que mesmo que eu estivesse em uma praia deserta apareceria algum deles vindo do além, tipo estas propagandas de cerveja, que o cara aparece lá no horizonte embassado pelo calor que sobe da areia escaldante (imaginou a cena não é?).
-Ae quer aproveitar a oferta de hoje?
- Como?
- Sim a oferta de hoje, e olha é só hoje porque o estoque esta curto. Vai levar?
Fico imaginando de onde ele deva ter tirado a mais vaga ideia de que na minha paz celestial gostaria de estar comprando algo. Mas enfim...
-Não obrigado.
-Olha só, você está perdendo uma grande oportunidade!
Olho para o rapaz e penso: " você que está perdendo a oportunidade de ir embora". E somente permaneço olhando.
- Veja bem, este produto....e começou a me dizer as vantagem que esta coisa que ao meu ver não me ajudaria em nada, mas vamos lá. Fico prestando atenção.
- Então vai levar?
-Não obrigado. Na tentativa de me ver livre desta situação. Doce ilusão, pois quanto mais eu negava suas investidas, mais argumentos ele criava.
Na tentativa de me ver livre, perguntei o preço.
-Quarenta reais.
- Caro. Não quero. Pensei: agora ele desiste.
-Olha, o senhor me parece gente boa, te dou um desconto. Faço vinte.
- Pago dez. Somente para voltar a minha paz.
-Huuuum...negócio fechado
Com isso o sujeito se foi, continuando a oferecer suas mercadorias ao berros.
Eu fiquei ali, com algo a mim totalmente inútil. Mas as vezes a paz precisa ser adquirida por alguns tostões.
Sentindo a briza que vem do mar... doce deleite!
A única coisa que destoa deste senário são os vendedores de qualquer coisa que passam gritando o tempo todo suas ofertas e incríveis produtos.
Quando sou interrompido bruscamente por um destes vendedores de algo, que normalmente aparecem do nada. Olha acredito que mesmo que eu estivesse em uma praia deserta apareceria algum deles vindo do além, tipo estas propagandas de cerveja, que o cara aparece lá no horizonte embassado pelo calor que sobe da areia escaldante (imaginou a cena não é?).
-Ae quer aproveitar a oferta de hoje?
- Como?
- Sim a oferta de hoje, e olha é só hoje porque o estoque esta curto. Vai levar?
Fico imaginando de onde ele deva ter tirado a mais vaga ideia de que na minha paz celestial gostaria de estar comprando algo. Mas enfim...
-Não obrigado.
-Olha só, você está perdendo uma grande oportunidade!
Olho para o rapaz e penso: " você que está perdendo a oportunidade de ir embora". E somente permaneço olhando.
- Veja bem, este produto....e começou a me dizer as vantagem que esta coisa que ao meu ver não me ajudaria em nada, mas vamos lá. Fico prestando atenção.
- Então vai levar?
-Não obrigado. Na tentativa de me ver livre desta situação. Doce ilusão, pois quanto mais eu negava suas investidas, mais argumentos ele criava.
Na tentativa de me ver livre, perguntei o preço.
-Quarenta reais.
- Caro. Não quero. Pensei: agora ele desiste.
-Olha, o senhor me parece gente boa, te dou um desconto. Faço vinte.
- Pago dez. Somente para voltar a minha paz.
-Huuuum...negócio fechado
Com isso o sujeito se foi, continuando a oferecer suas mercadorias ao berros.
Eu fiquei ali, com algo a mim totalmente inútil. Mas as vezes a paz precisa ser adquirida por alguns tostões.
Compasso da Vida
A vida passa...
como um barquinho
levado pelas ondas do mar.
As vezes enfrenta tempestades
que se anunciam no horizonte.
Certos momentos navega por águas
plácidas como um espelho.
Planície de rosas e espinhos.
Cálida brisa em meu rosto.
Sopra como um suspiro
que vem de tempos distantes.
Véu que envolve como uma mortalha
em dia de chuva fina
como um barquinho
levado pelas ondas do mar.
As vezes enfrenta tempestades
que se anunciam no horizonte.
Certos momentos navega por águas
plácidas como um espelho.
Planície de rosas e espinhos.
Cálida brisa em meu rosto.
Sopra como um suspiro
que vem de tempos distantes.
Véu que envolve como uma mortalha
em dia de chuva fina
Descanso
Boia num mar plácido
morto, sem cais nem porto.
Sem olhos, que enxergam
estrelas que fulguram o céu.
Como um véu que desliza
sem pressa nem destino.
Boia como um sonho
nas águas de um devaneio
de uma noite sem fim...
Noite que se esparrama pelo
páramo sem pressa de acabar.
Boia num deleite infinito.
morto, sem cais nem porto.
Sem olhos, que enxergam
estrelas que fulguram o céu.
Como um véu que desliza
sem pressa nem destino.
Boia como um sonho
nas águas de um devaneio
de uma noite sem fim...
Noite que se esparrama pelo
páramo sem pressa de acabar.
Boia num deleite infinito.
Devaneio
As idéias são como nuvens
que passam pelo horizonte
do pensamento.
Boiam num mar de sonhos
e ideais de vida e morte.
Com formas e volumes
distintos entre si...
Vem e vão como ondas
em um mar sem fim.
que passam pelo horizonte
do pensamento.
Boiam num mar de sonhos
e ideais de vida e morte.
Com formas e volumes
distintos entre si...
Vem e vão como ondas
em um mar sem fim.
sábado, 8 de junho de 2013
Cotidiano
Observo o mundo de minha janela.
Anônimo pela infinidade de janelas
que compõem a cidade...
Vejo as pessoas em seus passos
apressadas pelo cotidiano
pelo ponteiro do relógio,
implacável....
Neste vai e vem contínuo
transeuntes sem rostos.
Onde vão? O que procuram?
Corrida de cavalos em um carrocel.
Enquanto isso a vida passa
inexoravelmente
diante de nossos olhos.
Anônimo pela infinidade de janelas
que compõem a cidade...
Vejo as pessoas em seus passos
apressadas pelo cotidiano
pelo ponteiro do relógio,
implacável....
Neste vai e vem contínuo
transeuntes sem rostos.
Onde vão? O que procuram?
Corrida de cavalos em um carrocel.
Enquanto isso a vida passa
inexoravelmente
diante de nossos olhos.
Descaso
Dia destes estou eu no hall de entrada de um prédio e sem pretensão ouço uma conversa entre uma pessoa e o porteiro do referido condomínio.
Morador:
- Poxa a conta do condomínio está cara né....
Porteiro:
- Sim foi por causa do gasto de água, mais de R$ 3000,00.
O morador fica com cara de surpresa.
- Mas isso podia ser evitado....
Diz o porteiro.
- Como?- retruca o morador.
- Este prédio já completou mais de 60 anos de construção, e no subsolo existe uma bomba que bombeia água 24 horas por dia e joga fora. Pois aqui em baixo tem uma nascente, se a água não for bombeada pra fora já viu né....
O condômino que já estava com cara de surpresa por causa do valor da conta, mudou a expressão para completamente atônito.
- Porque não montaram um sistema onde essa água fosse aproveitada pelo prédio? Pergunta o indignado morador.
- Não sei -responte o funcionário- mas se eu pudesse mandava toda ela pro nordeste para meus irmãos.
Fui embora pois chegou o elevador que me levaria para meu destino. Imaginei: um dia ainda morreremos de sede.
Morador:
- Poxa a conta do condomínio está cara né....
Porteiro:
- Sim foi por causa do gasto de água, mais de R$ 3000,00.
O morador fica com cara de surpresa.
- Mas isso podia ser evitado....
Diz o porteiro.
- Como?- retruca o morador.
- Este prédio já completou mais de 60 anos de construção, e no subsolo existe uma bomba que bombeia água 24 horas por dia e joga fora. Pois aqui em baixo tem uma nascente, se a água não for bombeada pra fora já viu né....
O condômino que já estava com cara de surpresa por causa do valor da conta, mudou a expressão para completamente atônito.
- Porque não montaram um sistema onde essa água fosse aproveitada pelo prédio? Pergunta o indignado morador.
- Não sei -responte o funcionário- mas se eu pudesse mandava toda ela pro nordeste para meus irmãos.
Fui embora pois chegou o elevador que me levaria para meu destino. Imaginei: um dia ainda morreremos de sede.
Miscelânia
Observo as luzes,
mistura de cores na noite.
Pessoas passam apressadas.
Onde vão?
Ouço o burburinho,
de um botequim,
onde todos felizes, felicidade esta,
efêmera como a noite que se vai.
Aromas mil enebriam meu sentido.
Comidas, quitutes, manjares.
Para aplacar a fome e o desejo.
Por mais, sempre mais...
Sinto o vento...
passa por mim,
levando tudo embora
e de repente por um instante
é só noite.
mistura de cores na noite.
Pessoas passam apressadas.
Onde vão?
Ouço o burburinho,
de um botequim,
onde todos felizes, felicidade esta,
efêmera como a noite que se vai.
Aromas mil enebriam meu sentido.
Comidas, quitutes, manjares.
Para aplacar a fome e o desejo.
Por mais, sempre mais...
Sinto o vento...
passa por mim,
levando tudo embora
e de repente por um instante
é só noite.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Dia de praia
Fico imaginando como as coisas são. Um dia destes atrás vejo um assalto junto ao mar ( coisa extremamente normal, se é que isso devia ser).
A moça sentada na areia em seu momento de distração num dia de sol e praia semi lotada, aparece um jovem rapaz do nada, como aqueles mágicos de circo, acho que só faltou a fumaça providencial. E lhe surrupia a bolsa com seus pertences.
Neste momento atonicidade geral.
Grita a mulher vendo suas coisas indo embora:
- Ladrão, ladrão...
Enquanto isso o jovem rapaz corre pela areia quente, com um sorriso no rosto, que tem aqueles que são bem sucedidos em seu feito.
A pobre moça bem que tentou correr atras, mas o larápio era bem mais rápido. Tão rápido que quando as pessoas ao redor se deram conta do acontecido ele já praticamente se encontrava na calçada junto a avenida.
A pobre vítima vendo que seus esforços de nada adiantariam, ficou ali pasma vendo suas coisas indo embora pela mão do ladrão sem que ninguém tivesse tempo de reação.
Após algum tempo trasncorrído o fato, foi instalado uma espécie de posto policial intinerante para a segurança dos banhistas.
Sendo assim tudo transcorreu na maior normalidade em um dia de praia e sol.
A moça sentada na areia em seu momento de distração num dia de sol e praia semi lotada, aparece um jovem rapaz do nada, como aqueles mágicos de circo, acho que só faltou a fumaça providencial. E lhe surrupia a bolsa com seus pertences.
Neste momento atonicidade geral.
Grita a mulher vendo suas coisas indo embora:
- Ladrão, ladrão...
Enquanto isso o jovem rapaz corre pela areia quente, com um sorriso no rosto, que tem aqueles que são bem sucedidos em seu feito.
A pobre moça bem que tentou correr atras, mas o larápio era bem mais rápido. Tão rápido que quando as pessoas ao redor se deram conta do acontecido ele já praticamente se encontrava na calçada junto a avenida.
A pobre vítima vendo que seus esforços de nada adiantariam, ficou ali pasma vendo suas coisas indo embora pela mão do ladrão sem que ninguém tivesse tempo de reação.
Após algum tempo trasncorrído o fato, foi instalado uma espécie de posto policial intinerante para a segurança dos banhistas.
Sendo assim tudo transcorreu na maior normalidade em um dia de praia e sol.
Noite
Cai de mansinho
de abismos insondáveis...
Onde estrelas dormem
um sono sem fim.
Caindo sobre a terra
pradarias e mar.
Mar este que se debruça
na areia branca da praia,
com suas vagas sem fim.
Gostaria de tocar a noite...
doce ilusão.
Ilusão esta que nos leva
a pensamentos de terras
distantes, mundos no infinito
Olho as estrelas que salpicam o céu
enquanto as ondas tocam meus pés
em um vai e vem sem fim...
de abismos insondáveis...
Onde estrelas dormem
um sono sem fim.
Caindo sobre a terra
pradarias e mar.
Mar este que se debruça
na areia branca da praia,
com suas vagas sem fim.
Gostaria de tocar a noite...
doce ilusão.
Ilusão esta que nos leva
a pensamentos de terras
distantes, mundos no infinito
Olho as estrelas que salpicam o céu
enquanto as ondas tocam meus pés
em um vai e vem sem fim...
Inicio+
Bom dia a todos! Hoje inicio meu blog. É algo muito novo para mim, e espero que por meio desta ferramenta poder compartilhar algumas experiências vividas no dia a dia, criticas e um pouco de poesia para reflexão, onde todos os textos são de minha autoria e quando não for colocarei os devidos céditos.
Ainda criar algumas crônicas que sirvam de fonte de pensamento sobre oque acontece em uma cidade grande e sobre minha vivencia em cidades do interior de São Paulo, onde passei a maior parte de minha vida.
Espero que aproveitem e "curtam" (palavra do momento), pois para mim será um grande prazer essa viagem que inicio. Viagem comigo....
Ainda criar algumas crônicas que sirvam de fonte de pensamento sobre oque acontece em uma cidade grande e sobre minha vivencia em cidades do interior de São Paulo, onde passei a maior parte de minha vida.
Espero que aproveitem e "curtam" (palavra do momento), pois para mim será um grande prazer essa viagem que inicio. Viagem comigo....
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