Observo o mundo de minha janela.
Anônimo pela infinidade de janelas
que compõem a cidade...
Vejo as pessoas em seus passos
apressadas pelo cotidiano
pelo ponteiro do relógio,
implacável....
Neste vai e vem contínuo
transeuntes sem rostos.
Onde vão? O que procuram?
Corrida de cavalos em um carrocel.
Enquanto isso a vida passa
inexoravelmente
diante de nossos olhos.
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