Observo as luzes,
mistura de cores na noite.
Pessoas passam apressadas.
Onde vão?
Ouço o burburinho,
de um botequim,
onde todos felizes, felicidade esta,
efêmera como a noite que se vai.
Aromas mil enebriam meu sentido.
Comidas, quitutes, manjares.
Para aplacar a fome e o desejo.
Por mais, sempre mais...
Sinto o vento...
passa por mim,
levando tudo embora
e de repente por um instante
é só noite.
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